O amor não tem idade...
domingo, 5 de maio de 2013
Mudar de casamento ou mudar o casamento ?
Renovar o casamento é preciso!
Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”
Arnaldo Jabor.
Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”
Arnaldo Jabor.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
CIÚME!
Olá,
Hoje vamos falar sobre ciúme.
A origem da palavra vem do latim zelumem, que significa zelo ou cuidado. Nesse sentido o ciúme pode ser encarado como uma manifestação natural e até positiva no relacionamento. O problema é que muitas v...ezes ele assume um caráter possessivo e consequentemente destrutivo. Por que isso acontece? Poderia falar de muitas causas porém, acho mais importante dizer que,por trás de qualquer emoção ou comportamento negativo existe uma "itenção positiva" para a pessoa que experimenta a emoção ou executa o comportamento.
Exemplos: 1° Uma pessoa que come desregrada e exageradamente pode fazer isso para acalmar sua ansiedade ou então para suprir algum outro tipo de carência.
2° Quando uma pessoa esbraveja no trânsito pode estar colocando sua raiva e seu estresse para fora.
3° É muito comum ouvir o relato de pessoas que fumam alegando que o cigarro é uma forma de aliviar o estresse e relaxar.
Esses exemplos mostram claramente a existência de uma "itenção positiva" por trás de cada comportamento, por mais desequilibrado que ele seja. No caso do ciúme não é diferente, pois é muito comum que esse sentimento de posse seja uma tentativa de se autoproteger de uma possível traição ou algo do tipo. Com esse entendimento amplo podemos estabelecer a seguinte linha de raciocínio; para curar um comportamento desequilibrado precisamos reconhecer a "intenção positiva" do mesmo e procurar atendê-la de uma maneira saudável e que não traga consequências negativas. Sendo assim, para superar o ciúme doentio é fundamental encontrar outra maneira de experimentar um senso de segurança genuíno. A verdadeira segurança é aquela que não depende do outro, que está baseada no amor próprio, no autorespeito e na autovalorização. Enquanto não se consegue alcançar essa maturidade emocional e espiritual a pessoa está sujeita a ser vítima de si mesma,como é no caso do ciúme exagerado.
Hoje vamos falar sobre ciúme.
A origem da palavra vem do latim zelumem, que significa zelo ou cuidado. Nesse sentido o ciúme pode ser encarado como uma manifestação natural e até positiva no relacionamento. O problema é que muitas v...ezes ele assume um caráter possessivo e consequentemente destrutivo. Por que isso acontece? Poderia falar de muitas causas porém, acho mais importante dizer que,por trás de qualquer emoção ou comportamento negativo existe uma "itenção positiva" para a pessoa que experimenta a emoção ou executa o comportamento.
Exemplos: 1° Uma pessoa que come desregrada e exageradamente pode fazer isso para acalmar sua ansiedade ou então para suprir algum outro tipo de carência.
2° Quando uma pessoa esbraveja no trânsito pode estar colocando sua raiva e seu estresse para fora.
3° É muito comum ouvir o relato de pessoas que fumam alegando que o cigarro é uma forma de aliviar o estresse e relaxar.
Esses exemplos mostram claramente a existência de uma "itenção positiva" por trás de cada comportamento, por mais desequilibrado que ele seja. No caso do ciúme não é diferente, pois é muito comum que esse sentimento de posse seja uma tentativa de se autoproteger de uma possível traição ou algo do tipo. Com esse entendimento amplo podemos estabelecer a seguinte linha de raciocínio; para curar um comportamento desequilibrado precisamos reconhecer a "intenção positiva" do mesmo e procurar atendê-la de uma maneira saudável e que não traga consequências negativas. Sendo assim, para superar o ciúme doentio é fundamental encontrar outra maneira de experimentar um senso de segurança genuíno. A verdadeira segurança é aquela que não depende do outro, que está baseada no amor próprio, no autorespeito e na autovalorização. Enquanto não se consegue alcançar essa maturidade emocional e espiritual a pessoa está sujeita a ser vítima de si mesma,como é no caso do ciúme exagerado.
segunda-feira, 18 de março de 2013
O valor da TOLERÂNCIA
Olá,
Um relacionamento saudável é feito de valores, tais como: respeito, verdade, amizade, paciência, companheirismo...Esse texto fala de uma forma singela sobre o valor da TOLERÂNCIA.
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um
lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses,
depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante
queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.
Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me
perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele
lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por
haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai,
eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava
realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o
melhor pai, mesmo que tente todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas
alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das
chaves mais importantes para criar r elacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir as falhas
do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio
brilhando.
Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar
cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como
eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem
reclamar.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela
nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois
presentes."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de
relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com
amigos.
Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem
dedica o precioso tempo da vida, a você e ao próximo.
"Dê a quem você ama
Asas para voar,
raízes para voltar e
motivos para ficar."
-Dalai Lama
Um relacionamento saudável é feito de valores, tais como: respeito, verdade, amizade, paciência, companheirismo...Esse texto fala de uma forma singela sobre o valor da TOLERÂNCIA.
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um
lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses,
depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante
queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.
Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me
perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele
lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por
haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai,
eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava
realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o
melhor pai, mesmo que tente todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas
alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das
chaves mais importantes para criar r elacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir as falhas
do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio
brilhando.
Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar
cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como
eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem
reclamar.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela
nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois
presentes."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de
relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com
amigos.
Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem
dedica o precioso tempo da vida, a você e ao próximo.
"Dê a quem você ama
Asas para voar,
raízes para voltar e
motivos para ficar."
-Dalai Lama
sábado, 16 de março de 2013
Como proteger seu casamento
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Cuidar Como??? Discutindo a relação?
Antes de falar sobre os cuidados em si, quero enfatizar que a atitude sincera de querer cuidar é a base, o alicerce fundamental sobre o qual vai se sustentar qualquer método, técnica ou abordagem.
Dito isso, começo perguntando: se você estivesse querendo aprender algo novo, ou se quisesse aprofundar em algo que já conhece um pouco, por onde você começaria?
Tudo bem, você já está lendo esse texto e isso caracteriza um interesse e uma busca. Parabéns,que bom que você começou! E o que mais seria interessante? Livros, sites especializados, palestras, conversas com pessoas mais experientes( e bem sucedidas no assunto), workshops, terapia e etc...Tudo isso, é claro que não ao mesmo tempo, pode representar uma grande ajuda para aqueles que desejam aprender a cuidar do relacionamento mas lembre-se, por mais que você já esteja consciente da importância de cuidar é muito importante e bem mais fácil quando os dois estão envolvidos no processo.
Então eu diria que o primeiro passo é ter uma conversa séria e tranquila com o seu parceiro ou sua parceira sobre a necessidade e a importância do compromisso de ambos no cuidado consciente.
Sugiro o uso da metáfora do jardim( mencionada no texto anterior) nessa conversa ,ou qualquer outra metáfora que faça uma analogia entre o relacionamento e a importância de cuidar. A linguagem simbólica das metáforas aumentam as chances de contornar possíveis objeções, além de ficarem impressas na mente atavés de imagens, muitas vezes servindo de código para o casal.
Para a maioria dos homens pode funcionar muito bem a metáfora da empresa, onde os parceiros de relacionamento representam os sócios . Podem existir a concorrência, as oscilações naturais do mercado e até mesmo as crises na economia, mas se os sócios estiverem atentos e cuidando do "negócio" com dedicação e amor, a empresa vai prosperar e gerar felicidade para ambos. Não cuidar pode ser o início de tempos difíceis ou até de uma possível falência.
Não precisa fazer drama, mas uma pressãozinha pode ser necessária para engajar o(a) parceiro(a).
A partir desse entendimento, surgem inúmeras possibilidades sobre como cuidar. É interessante escolher um caminho que seja bom para os dois, até porque cuidar não significa sofrer, de preferência que seja um prazer.
Então aí vão algumas dicas:
1- Compartilhe com seu parceiro(a) alguma leitura, mesmo que não seja sobre relacionamentos,mas se for é melhor ainda. Ter esse algo em comum cria uma cumplicidade e facilita o diálogo.
2- E por falar em diálogo, por favor ressignifique a DR( discutir a relação). Sem diálogo, incluindo a capacidade de falar sobre assuntos difíceis, é impossível construir uma relação verdadeira e saudável porém, discutir a relação virou sinônimo de angústia e sofrimento para muitas pessoas( principalmente para os homens). Por isso sugiro a mudança inclusive do termo, para DC( diálogo construtivo), afinal é o que se pretende com esse tipo de troca, o crescimento e a evolução do casal. Mas é claro que não adianta mudar o termo se não mudar a atitude. Alguns princípios da dc:
*Só ir para a conversa de cabeça fria, ou no máximo morna. Se não vira discussão e não dc.
*Lembre-se que a pessoa que está na sua frente é antes de tudo um(a) amigo(a) que você quer muito bem. Cuidado para a dc não virar uma disputa de poder ou uma briga para ter razão( mesmo que você tenha). Se a pessoa errou é muito importante lembrar também que ela teve um comportamento ruim, e isso não significa que ela seja esse comportamento, ela é muito mais do que isso.
*Evite muitos temas numa mesma dc. Se for um assunto sério e delicado, que ele seja o único tema da dc.
*Evite os excessos. sei que não é tão simples estipular quantidades, mas pela experiência sugiro uma dc por semana, se for necessário. Dcs muito longas também podem ser desgastantes, por mais construtivas que sejam. Acho legal o casal combinar que qualquer um pode pedir para continuar uma determinada dc em outro momento, sem que isso pareça fuga ou falta de atenção.
*Se possível escolha um momento agradável para as dcs. Já conheci casais que praticam a dc na hora da caminhada, na cama e até em jantares fora de casa. Sei que parece difícil acreditar para quem já sofreu com a antiga dr, mas é possível chegar nesse nível se os dois estiverem comprometidos em construir uma relação especial.
Obs.: As vezes a dc pode acabar virando dr. Esteja atento e procure evitar , mas se acontecer relaxe, nós somos humanos. Caímos para aprendermos a levantar e a ficar de pé, certo?!
3- Faça programas que sejam só do casal com alguma regularidade. Sem filhos e sem amigos. Isso desenvolve a capacidade de olhar para o outro e para a relação de verdade, sem distrações.
4-Tenha vida própria. Cuidado para não viver em função do outro, isso é frustração na certa. Especialmente se você não trabalha, tenha alguma atividade que seja só sua. Pode ser um hobby, um esporte ou qualquer outra coisa. Assim você mantém um senso de sí mesmo independente do outro, que deve ser um grande acréscimo na sua vida mas nunca o centro de tudo.
As dicas poderiam ser muitas, mas não se aflija. Se a busca do casal, por melhorar sempre, for sincera, vocês terão as suas próprias dicas para compartilhar.
Para finalizar deixo mais uma metáfora interessante e que pode ser lembrada antes de iniciar uma dc.
O relacionamento é como um jogo de frescobol e não como um jogo de tênis, pois no frescobol você procura devolver a melhor bola para o seu companheiro. É um jogo que não tem adversários e sim parceiros.Tanto a vitória quanto os momentos de dificuldade são sempre dos dois.
Até a próxima e grande abraço!
Então eu diria que o primeiro passo é ter uma conversa séria e tranquila com o seu parceiro ou sua parceira sobre a necessidade e a importância do compromisso de ambos no cuidado consciente.
Sugiro o uso da metáfora do jardim( mencionada no texto anterior) nessa conversa ,ou qualquer outra metáfora que faça uma analogia entre o relacionamento e a importância de cuidar. A linguagem simbólica das metáforas aumentam as chances de contornar possíveis objeções, além de ficarem impressas na mente atavés de imagens, muitas vezes servindo de código para o casal.
Para a maioria dos homens pode funcionar muito bem a metáfora da empresa, onde os parceiros de relacionamento representam os sócios . Podem existir a concorrência, as oscilações naturais do mercado e até mesmo as crises na economia, mas se os sócios estiverem atentos e cuidando do "negócio" com dedicação e amor, a empresa vai prosperar e gerar felicidade para ambos. Não cuidar pode ser o início de tempos difíceis ou até de uma possível falência.
Não precisa fazer drama, mas uma pressãozinha pode ser necessária para engajar o(a) parceiro(a).
A partir desse entendimento, surgem inúmeras possibilidades sobre como cuidar. É interessante escolher um caminho que seja bom para os dois, até porque cuidar não significa sofrer, de preferência que seja um prazer.
Então aí vão algumas dicas:
1- Compartilhe com seu parceiro(a) alguma leitura, mesmo que não seja sobre relacionamentos,mas se for é melhor ainda. Ter esse algo em comum cria uma cumplicidade e facilita o diálogo.
2- E por falar em diálogo, por favor ressignifique a DR( discutir a relação). Sem diálogo, incluindo a capacidade de falar sobre assuntos difíceis, é impossível construir uma relação verdadeira e saudável porém, discutir a relação virou sinônimo de angústia e sofrimento para muitas pessoas( principalmente para os homens). Por isso sugiro a mudança inclusive do termo, para DC( diálogo construtivo), afinal é o que se pretende com esse tipo de troca, o crescimento e a evolução do casal. Mas é claro que não adianta mudar o termo se não mudar a atitude. Alguns princípios da dc:
*Só ir para a conversa de cabeça fria, ou no máximo morna. Se não vira discussão e não dc.
*Lembre-se que a pessoa que está na sua frente é antes de tudo um(a) amigo(a) que você quer muito bem. Cuidado para a dc não virar uma disputa de poder ou uma briga para ter razão( mesmo que você tenha). Se a pessoa errou é muito importante lembrar também que ela teve um comportamento ruim, e isso não significa que ela seja esse comportamento, ela é muito mais do que isso.
*Evite muitos temas numa mesma dc. Se for um assunto sério e delicado, que ele seja o único tema da dc.
*Evite os excessos. sei que não é tão simples estipular quantidades, mas pela experiência sugiro uma dc por semana, se for necessário. Dcs muito longas também podem ser desgastantes, por mais construtivas que sejam. Acho legal o casal combinar que qualquer um pode pedir para continuar uma determinada dc em outro momento, sem que isso pareça fuga ou falta de atenção.
*Se possível escolha um momento agradável para as dcs. Já conheci casais que praticam a dc na hora da caminhada, na cama e até em jantares fora de casa. Sei que parece difícil acreditar para quem já sofreu com a antiga dr, mas é possível chegar nesse nível se os dois estiverem comprometidos em construir uma relação especial.
Obs.: As vezes a dc pode acabar virando dr. Esteja atento e procure evitar , mas se acontecer relaxe, nós somos humanos. Caímos para aprendermos a levantar e a ficar de pé, certo?!
3- Faça programas que sejam só do casal com alguma regularidade. Sem filhos e sem amigos. Isso desenvolve a capacidade de olhar para o outro e para a relação de verdade, sem distrações.
4-Tenha vida própria. Cuidado para não viver em função do outro, isso é frustração na certa. Especialmente se você não trabalha, tenha alguma atividade que seja só sua. Pode ser um hobby, um esporte ou qualquer outra coisa. Assim você mantém um senso de sí mesmo independente do outro, que deve ser um grande acréscimo na sua vida mas nunca o centro de tudo.
As dicas poderiam ser muitas, mas não se aflija. Se a busca do casal, por melhorar sempre, for sincera, vocês terão as suas próprias dicas para compartilhar.
Para finalizar deixo mais uma metáfora interessante e que pode ser lembrada antes de iniciar uma dc.
O relacionamento é como um jogo de frescobol e não como um jogo de tênis, pois no frescobol você procura devolver a melhor bola para o seu companheiro. É um jogo que não tem adversários e sim parceiros.Tanto a vitória quanto os momentos de dificuldade são sempre dos dois.
Até a próxima e grande abraço!
Handerson Tavares
Life Coach, Especialista em Relacionamentos
Master Trainer em Programação Neurolinguística.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Cuidar do Jardim...
Todos os
dias eu atendo pessoas com problemas de relacionamento. Problemas como ciúme, falta de diálogo,
diferenças de opinião sobre assuntos importantes, disputas de poder e outros...
É claro que
todas essas questões são sérias e cada caso é um caso, porém o que eu apontaria
como o problema mais crítico das relações é quando um integrante do casal se
nega a trabalhar para melhora-la. Os motivos alegados normalmente são: falta de
tempo ou então achar que não existe
problema da sua parte e por isso não precisa trabalhar, dando a entender que o problema é o
outro. Estatisticamente os homens são bem mais frequentes nesse grave erro, mas
algumas mulheres também o cometem.
Pode parecer
exagero afirmar que esse é um dos piores
problemas que podem ocorrer num
relacionamento, mas basta um instante de reflexão para entendermos essa lógica.
Eu costumo
dizer que o casamento é como se fosse um jardim e como tal é
fundamental ser cuidado com toda atenção e carinho se não, inevitavelmente, surgirão as ervas daninhas( pequenas diferenças que vão gerando brigas constantes) e até mesmo as
pragas( ciúme, infidelidade, discussões agressivas). Sendo assim, não tem opção, ou a ficha cai e se começa um ação conjunta
de cuidado e dedicação consciente ao casamento ou o casal corre sério risco de fazer
parte da estatística dos separados. É bem fácil e lógico entender que ervas daninhas e até as pragas podem
fazer parte de qualquer jardim, o que é absolutamente
indispensável é o cuidado .
Em muitos
casos o problema já está tão agudo que um ou os dois não conseguem acreditar
que o simples fato de passar efetivamente a cuidar do jardim pode salvar a
relação.
Só posso
falar a partir da minha experiência; eu acredito ser totalmente possível
salvar, recuperar ou melhorar qualquer relacionamento desde que ainda exista o sentimento de querer estar junto e que haja o compromisso de ambos no processo de cuidar.
Se com o passar do tempo, apesar desse empenho em conjunto, ficar claro que o melhor é a separação, ambos estarão mais inteiros e preparados para os novos rumos da vida. Concluindo, não existe nada a perder quando assumimos a boa responsabilidade de regar, adubar, podar e fertilizar esse jardim tão especial chamado relacionamento.
Se com o passar do tempo, apesar desse empenho em conjunto, ficar claro que o melhor é a separação, ambos estarão mais inteiros e preparados para os novos rumos da vida. Concluindo, não existe nada a perder quando assumimos a boa responsabilidade de regar, adubar, podar e fertilizar esse jardim tão especial chamado relacionamento.
Grande abraço.
Handerson Tavares
Life Coach, Especialista em Relacionamentos
Master Trainer em Programação Neurolinguística.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Começar do começo.
Olá,
Já que estou
começando essa jornada sobre a arte de se relacionar acho bom começar do
começo.
Muitos até
podem se contentar com menos, mas os relacionamentos que realmente dão certo
são construídos sobre a base do tão falado amor. Não vou entrar nessa missão
complexa de falar sobre o amor, prefiro acreditar que em algum nível todos
sabem do que se trata, ou pelo menos concordam que quando um ser humano ama o
outro isto significa que há admiração, querer bem, sentimento de proteção,
querer estar junto...essas coisas. Desculpe se toquei num ponto delicado, pois
pode ser que vc não esteja experimentando esses aspectos essenciais no seu
relacionamento. Talvez seja a hora de pensar à respeito
Mesmo
sabendo que existem percepções diferentes sobre o que é amar e ser amado, existe um ponto comum básico e fundamental
para que um relacionamento seja verdadeiro e especial. VOCÊ PRECISA SE AMAR
PRIMEIRO.
Um grande
mestre da humanidade já dizia, com sua profunda sabedoria.
“Ame o teu
próximo como a TI MESMO.”
Se você
parar por um segundo vai perceber que existe um fator condicionante nessa
mensagem. Ela pede para que façamos algo a partir de uma referência prévia, e
essa referência é o auto amor. Simples , direto e profundo, para não deixar dúvidas, mas eu afirmo com
segurança que, uma imensa parte dos
problemas nos relacionamentos ocorrem por falta do entendimento e da aplicação
desse princípio. Muitos estão mergulhados nessa inconsciente e caótica
sociedade de consumo, colocando suas melhores fotos no face, mas sem tempo para
se perguntarem: “eu realmente me amo? Sinto profundamente o meu valor como
pessoa?( que vai muito além das posses e da aparência) Consigo ficar só e me
sentir feliz comigo mesmo, enquanto espero tranquilo e pacientemente alguém que
me ame e me valorize do jeito que eu sou?
Se você tem
entrado em sucessivos relacionamentos ruins ou nem mesmo tem conseguido encontrar
alguém que combine e valha a pena, pode ser que você esteja precisando se fazer
essas perguntas com bastante seriedade.
Caso a sua conclusão
seja que, na sua relação consigo mesmo tem faltado amor verdadeiro e auto
valorização , não fique triste porém, fique muito consciente e atento. Esse deve
ser seu maior investimento, essa é a sua verdadeira busca. Quando seu amor próprio
estiver em dia, pela lei da sintonia, você vai encontrar pessoas que reflitam esse amor
de volta para você.
Isso não tem
nada de esotérico é apenas uma lei psicológica básica dos relacionamentos. Se
você não se aceita, sente-se vítima de alguma coisa ou de alguém , se não se
trata com respeito, consideração e dignidade, sinto muito, mas essa vai ser a
tônica dos seus relacionamentos.
Graças a
Deus, mudar é totalmente possível. Se o seu querer for intenso e sua busca
sincera( não da boca pra fora), o caminho, o método ou o professor vão aparecer.
Talvez esse singelo texto sirva como um despertar. Faça terapia, frequente grupos,
leia livros, converse com os amigos, aumente sua sintonia espiritual... pois
todos esses meios podem te favorecer e te ajudar a aprender a amar a si mesmo, verdadeiramente.
Escrevi esse
texto num tom leve e descontraído mas não se engane, esse tema é da mais alta relevância para
quem quer realmente ser feliz nos relacionamentos e na vida.
Lembrando
que amor próprio não é vaidade e nem
egocentrismo, essa é uma armadilha típica no caminho, fique atento.
Indico um
livro que tem ajudado milhões de pessoas pelo mundo:
“Você pode
curar sua vida”(Louise Hay).
Até a
próxima, onde falaremos de outros aspectos fundamentais para construirmos relações
luminosas.
Grande abraço!
Handerson Tavares
Life Coach, Especialista em Relacionamentos
Master Trainer em Programação Neurolinguística.
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